Na fratura por cisalhamento posteromedial do planalto tibial, a função da placa e sua posição ideal são, respectivamente,
- neutralização; centrada na face medial.
- compressão; sobre a cortical anteromedial.
- antideslizante; sobre o ápice da fratura.
- ponte; afastada do foco, presa na diáfise.
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Conceito-chave
O fragmento posteromedial precisa de uma placa antideslizante sobre o ápice da fratura, alternativa C. A função e o lugar estão ligados: a placa deve interceptar a direção em que a cunha pode escapar pelo traço.
O cisalhamento cria uma superfície relativamente vertical e instável. Uma placa colocada apenas na face medial, longe do ápice relevante, pode não conter o componente posterior. O resumo destaca que a posição importa mais que os parafusos e que um parafuso próximo ao ápice mantém a placa encostada (Rockwood, 10ª ed., cap. 62, “O fragmento posteromedial e a placa antideslizante”).
Uma placa lateral não resolve toda bicondilar. A TC deve identificar o traço coronal que separa o fragmento posteromedial. Se ele estiver desviado e instável, pode precisar de abordagem e fixação próprias; ignorá-lo favorece perda da redução.
Os autores usam com frequência uma ou duas placas de um terço de tubo, moldáveis à região, ou implantes menores quando há múltiplos fragmentos. O princípio é adequar a montagem à direção da falha, não escolher material apenas pela denominação “bloqueado”.
A redução deve recuperar superfície e eixo antes de se confiar na placa. Antideslizamento não é uma licença para apoiar uma cunha ainda mal posicionada; é a forma de preservar a redução contra o cisalhamento.
Por que esta questão foi criada. O objetivo antideslizante é cobrado no CET-PR. O simulado associa a função à posição no ápice, para que o nome da placa tenha significado mecânico.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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