Na via posteromedial para a fratura do planalto tibial medial, o intervalo profundo fica entre
- o sartório e o grácil.
- o semitendíneo e o semimembranoso.
- a cabeça medial do gastrocnêmio e o sóleo.
- a borda posterior da pata de ganso e a cabeça medial do gastrocnêmio.
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Conceito-chave
Na via posteromedial, o intervalo descrito fica entre a borda posterior da pata de ganso e a cabeça medial do gastrocnêmio, alternativa D. É uma janela para alcançar o ápice posteromedial sem confundi-la com os planos da via posterolateral.
A pata de ganso se insere na face anteromedial da tíbia proximal. A exposição passa por sua borda posterior e afasta o gastrocnêmio medial; um afastador colocado diretamente no osso, sob esse músculo, ajuda a proteger a fossa poplítea. O poplíteo é elevado para visualizar o ápice (Rockwood, 10ª ed., cap. 62, “A via posteromedial”).
A incisão precisa permitir a direção dos implantes. O resumo alerta que uma incisão anterior demais pode fazer o retalho bloquear os parafusos. Nervo e veia safenos devem ser preservados. Escolher a janela não é apenas decorar dois nomes: ela deve permitir reduzir e posicionar a placa onde o fragmento tende a deslizar.
Em decúbito dorsal, flexão e rotação externa podem impor varo e deformar a fratura. O capítulo descreve redução com o joelho estendido e controle de eixo e superfície, pois alinhar o traço extra-articular não garante redução articular.
O acesso posterolateral utiliza outro lado e outros planos. Transportar o par gastrocnêmio-sóleo para o lado medial não reproduz o intervalo de entrada posteromedial apresentado.
Por que esta questão foi criada. A via posterolateral já é tema de questões reais. O simulado contrasta a janela posteromedial com os planos laterais e reforça a anatomia necessária ao tratamento do cisalhamento.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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