Na fratura da diáfise do fêmur, a lesão de órgão interno e a lesão óssea associadas mais frequentes são, respectivamente,
- pulmão; tíbia e fíbula.
- pulmão; costelas e esterno.
- encéfalo; tíbia e fíbula.
- encéfalo; costelas e esterno.
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Conceito-chave
Uma fratura da diáfise do fêmur pode dominar a atenção, mas o trauma não se limita ao osso deformado. Na revisão de 26.357 casos apresentada pelo capítulo, a lesão de órgão interno mais frequente foi a do pulmão, e a categoria de fratura associada mais frequente foi tíbia/fíbula. A resposta é A.
São duas listas, não um ranking único de todas as lesões. O pulmão apareceu em 18,9% na categoria de órgãos internos, à frente das lesões intracranianas, 13,5%, e hepáticas, 6,2%. Entre os ossos, tíbia/fíbula chegaram a 20,5%, seguidos de costelas/esterno, 19,1%. A presença de costela fraturada e lesão pulmonar na mesma região não torna os desfechos equivalentes (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 57, “O que vem junto”).
A consequência clínica é manter uma procura global. O capítulo associa lesões concomitantes à mortalidade e também lembra joelho, quadril, pelve e acetábulo. Uma deformidade femoral evidente não demonstra que o restante esteja íntegro. Da mesma forma, diante de hipotensão numa fratura aparentemente isolada, recomenda procurar outra fonte de sangramento antes de atribuir todo o quadro ao fêmur.
Os percentuais pertencem à revisão citada; não estimam o risco individual de cada paciente. O resumo da Biblioteca organiza as categorias numa tabela. A forma mais útil de lembrar é relacionar a avaliação torácica e a busca de outra fratura no membro ao atendimento do trauma, sem restringir o exame aos dois itens mais frequentes.
Por que esta questão foi criada. Exige não confundir lesão de órgão com fratura e reforça a busca por trauma associado além da diáfise evidente.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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