No reparo agudo do tendão patelar, a cerclagem de proteção passada 1 cm posterior à tuberosidade da tíbia é tensionada com o joelho em
- extensão completa.
- 30 graus de flexão.
- 60 graus de flexão.
- 90 graus de flexão.
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Conceito-chave
A cerclagem de proteção do tendão patelar deve ser tensionada com 30 graus de flexão na técnica citada, alternativa B. O reparo principal é amarrado em extensão, mas o reforço tem outra condição de tensionamento.
O resumo descreve conferir a altura patelar por perfil, linha de Blumensaat e comparação com o lado oposto, antes de fixar definitivamente a relação. A cerclagem passa por túnel transversal cerca de 1 cm posterior à tuberosidade e sob o quadricipital junto ao polo superior. Apertá-la em alguma flexão procura evitar encurtar o tendão (Rockwood, 10ª ed., cap. 60, “Tendão patelar agudo”).
Depois, testa-se a montagem a 90 graus. O teste verifica o comportamento do conjunto; ele não substitui o ângulo usado para aplicar a tensão. O capítulo ainda usa 90 graus na proteção da patelectomia parcial, que é uma reconstrução diferente. É necessário identificar o procedimento e o momento, não apenas reconhecer um número familiar.
A reabilitação também não é definida pelo ângulo de tensionamento. A técnica inclui órtese, progressão de movimento e proteção da extensão ativa conforme a fase. Uma montagem que suporta um teste intraoperatório não está automaticamente liberada para toda carga ou atividade no pós-operatório.
No resumo da Biblioteca, siga a sequência de conferir altura, reparar, proteger e testar. Cada etapa responde a uma necessidade mecânica distinta.
Por que esta questão foi criada. Distingue a amarração do reparo em extensão do tensionamento do reforço em flexão, evitando encurtamento do mecanismo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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