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Questão de Fratura do fêmur distal (OrtoQuestões Simulados)

Trauma adultoFratura do fêmur distalOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na fratura de HOFFA do côndilo femoral, o plano do traço e a fixação habitual são, respectivamente,

  1. coronal; parafusos de anterior para posterior, embutidos na cartilagem.
  2. coronal; placa lateral com parafusos de lateral para medial.
  3. sagital; parafusos de anterior para posterior, embutidos na cartilagem.
  4. sagital; placa lateral com parafusos de lateral para medial.
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Gabarito: A · coronal; parafusos de anterior para posterior, embutidos na cartilagem.

Conceito-chave

A fratura de Hoffa separa a porção posterior de um côndilo no plano coronal. Para comprimir esse fragmento, o capítulo descreve parafusos de anterior para posterior, embutidos abaixo da cartilagem. A alternativa A reúne o plano e a técnica.

Na classificação AO/OTA do fêmur distal, é o grupo 33B3: uma fratura articular parcial frontal, que pode ser lateral ou medial. As fraturas sagitais dos côndilos pertencem a outros grupos. Reconhecer o plano é necessário porque a fixação deve controlar o fragmento que realmente se separou, não apenas colocar material perto do foco (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 58, “Classificação AO/OTA e Hoffa”).

O fragmento posterior é quase todo articular e pode passar despercebido na radiografia. A tomografia define melhor o traço e procura Hoffa associada às fraturas intercondilianas. Se ela não for identificada, estabilizar o componente maior da fratura com placa ou haste pode deixar uma parte da superfície articular sem controle próprio.

O capítulo utiliza dois ou mais parafusos de tração de 2,7 ou 3,5 mm, ou parafusos de compressão sem cabeça. A fixação é embutida para respeitar a cartilagem anterior. Uma espícula posterior não articular pode ajudar a verificar a redução e apoiar uma pequena placa antideslizante. Portanto, a placa pode complementar uma montagem específica; ela não substitui automaticamente a compressão do traço coronal.

No resumo da Biblioteca, compare a Hoffa às fraturas sagitais e à reconstrução do bloco articular tipo C. O princípio é reconstruir a superfície e estabilizar cada fragmento relevante antes de considerar resolvida a conexão com a diáfise.

Por que esta questão foi criada. Relaciona o plano coronal à direção da fixação, evitando escolher um implante lateral sem verificar se ele controla o fragmento posterior.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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