Na placa-parafuso deslizante, a distância ideal entre a ponta do parafuso cefálico e a linha articular e o cano de placa a considerar com parafuso de 80 mm ou menos são, respectivamente,
- 2 mm; curto.
- 2 mm; longo.
- 5 mm; curto.
- 5 mm; longo.
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Conceito-chave
O parafuso deve chegar perto da articulação sem atravessá-la, e o sistema precisa conservar espaço para deslizar. O resumo recomenda cerca de 5 mm da linha articular e considerar tubo curto se o parafuso mede 80 mm ou menos. É a alternativa C.
O DHS funciona com o parafuso cefálico deslizando dentro do tubo da placa. A impactação controlada é parte do mecanismo, não uma folga acidental. Quando o parafuso é curto, considerar um tubo mais curto ajuda a preservar o curso disponível; usar o maior tubo possível não é necessariamente a escolha mais funcional (Rockwood, 10ª ed., cap. 54, “Técnica: redução e parafuso cefálico”).
A medida de 5 mm desta pergunta é uma distância em uma posição próxima da articulação. Ela não é a mesma coisa que a distância ponta-ápice, que soma as medidas no AP e no perfil e tem ideal até 25 mm. Trocar esses conceitos produz uma falsa aparência de precisão.
A fonte também descreve 5 a 7 mm em relação ao osso subcondral na sequência técnica. Essas referências próximas devem ser lidas com seus marcos, e não usadas para transformar 2 mm em uma margem ideal alternativa. Posição no AP e no perfil, profundidade e redução precisam estar adequadas em conjunto.
Leia no resumo da Biblioteca o posicionamento e o passo a passo do DHS. O objetivo é uma fixação profunda e segura que continue capaz de realizar o deslizamento planejado.
Por que esta questão foi criada. Combina a margem articular com o espaço de deslizamento, mostrando que profundidade do parafuso e comprimento do tubo são decisões relacionadas.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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