A radiografia mostra fratura trocantérica com traço que vai do trocanter menor à cortical lateral. Na classificação AO/OTA, o tipo e o implante recomendado são

- 31-A2; parafuso deslizante.
- 31-A2; haste cefalomedular.
- 31-A3; parafuso deslizante.
- 31-A3; haste cefalomedular.
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Conceito-chave
O traço vai do trocânter menor até a cortical lateral, interrompendo a parede lateral: é AO/OTA 31-A3. Para esse padrão, o resumo recomenda haste cefalomedular, alternativa D.
A parede lateral funciona como um batente quando o parafuso deslizante permite a impactação. Se ela não contém a fratura, os adutores podem medializar a diáfise, reduzindo contato e offset. A haste, mais próxima do eixo do fêmur e com braço de alavanca menor, limita melhor esse colapso e a medialização nas instáveis (Rockwood, 10ª ed., cap. 54, “Classificação” e “Escolha do implante”).
A2 não é sinônimo de qualquer fratura com mais de um fragmento. Nesse grupo, a parede lateral está essencialmente íntegra, embora haja fragmentação trocantérica. Na A3, o traço reverso ou transverso alcança a cortical lateral, como no padrão mostrado.
Reconhecer a parede muda a escolha do implante, mas não dispensa reduzir sem varo e posicionar corretamente o parafuso cefálico. A haste não compensa uma redução inadequada.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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