No tratamento não cirúrgico da fratura não desviada do colo do fêmur, o risco de desvio secundário relatado nos estudos varia de
- 2% a 5%.
- 7% a 10%.
- 19% a 46%.
- 60% a 75%.
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Conceito-chave
Uma fratura do colo inicialmente sem desvio pode desviar depois, mesmo sem uma nova grande queda. No tratamento não cirúrgico, os estudos relatados pelo resumo encontraram esse desfecho em 19% a 46%; em alguns casos, o desvio apareceu até 24 semanas depois.
A ausência de desvio inicial não garante estabilidade durante a consolidação. Essa possibilidade explica por que os autores indicam fixação para a maioria das fraturas sem desvio, em qualquer idade. Tratamento não cirúrgico fica para situações selecionadas, como expectativa de vida muito curta, recusa de cirurgia ou paciente institucionalizado que não deambula (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 53, “Fixar ou não fixar”).
A faixa é ampla porque resume resultados de estudos; não é um risco individual exato nem deve ser confundida com pseudartrose após fixação. Leia no resumo da Biblioteca a escolha do tratamento antes de memorizar o percentual.
Por que esta questão foi criada. Desfaz a ideia de que “sem desvio” significa “sem necessidade de estabilização” e relaciona o risco observado à seleção do tratamento.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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