Após redução e fixação da fratura desviada do colo em maiores de 60 anos, a principal causa de reoperação e a taxa que ela atinge nos ensaios randomizados são, respectivamente,
- necrose avascular; 10% a 15%.
- necrose avascular; 30% a 50%.
- falha da fixação ou pseudartrose; 10% a 15%.
- falha da fixação ou pseudartrose; 30% a 50%.
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Conceito-chave
No idoso com fratura desviada, obter uma redução boa é necessário, mas não elimina o risco de o osso osteoporótico perder sustentação. O foco pode colapsar ou não consolidar. Falha da fixação ou pseudartrose foram responsáveis por reoperação em 30% a 50% nos ensaios com maiores de 60 anos apresentados pelo resumo.
A necrose avascular também preocupa, mas costuma se manifestar mais tarde e nem sempre exige operação. O padrão de falha/pseudartrose aparece nos primeiros meses e explica boa parte da preferência por artroplastia na fratura desviada do idoso. Não se deve aplicar a faixa de 30% a 50% às fraturas sem desvio, que têm outro prognóstico (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 53, “Por que não fixar”).
A cifra é um resultado de grupos de estudos, não um cálculo individual após qualquer osteossíntese. Leia no resumo da Biblioteca a comparação com hemiartroplastia e prótese total para entender a decisão clínica.
Por que esta questão foi criada. A escolha do tratamento depende de reconhecer qual complicação realmente leva à reoperação e em qual população a taxa foi observada.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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