Na lesão APC II de YOUNG e BURGESS, as estruturas rompidas e a preservada são, respectivamente,
- sínfise, ligamentos sacrotuberal, sacroespinal e sacroilíacos anteriores; ligamentos sacroilíacos posteriores.
- sínfise isolada; ligamentos sacroilíacos anteriores e posteriores.
- sínfise e ligamentos sacroilíacos posteriores; ligamentos sacroilíacos anteriores.
- todos os ligamentos sacroilíacos; o assoalho pélvico.
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Conceito-chave
Na APC II, ou compressão anteroposterior tipo II, a frente do anel abriu, mas a parte posterior ainda funciona como dobradiça. A resposta clássica é sínfise, sacrotuberoso, sacroespinhoso e sacroilíacos anteriores rompidos; sacroilíacos posteriores preservados, alternativa A.
A força roda a hemipelve para fora. A sequência descrita começa na sínfise, progride pelo complexo anterior e inferior e só depois alcança os ligamentos posteriores. Enquanto estes resistem, existe instabilidade rotacional com contenção vertical; quando rompem, a lesão progride para APC III (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Compressão anteroposterior”).
O modelo clássico tem variação experimental. Num estudo em cadáver citado no resumo, os sacroilíacos anteriores romperam sempre, mas sacroespinhoso e sacrotuberoso romperam apenas em 15%. O limite de 2,5 cm da sínfise também não identificou uniformemente cada ruptura. Portanto, a alternativa descreve a classificação clássica, não um inventário obrigatório de ligamentos rompidos em todo paciente.
A implicação é avaliar a lesão posterior e a estabilidade real, sem transformar uma medida anterior numa prova da continuidade de cada estrutura.
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