No paciente com fratura do anel posterior e sacro dismórfico, a implicação técnica para a fixação percutânea é que
- o parafuso transsacral em S1 é o mais seguro, porque o corredor é mais largo.
- o dismorfismo é raro e só aparece na ressonância.
- o corredor transsacral de S1 costuma não existir, e S2 costuma ter corredor amplo.
- o parafuso iliossacral deve ser evitado em qualquer nível.
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Conceito-chave
Num sacro dismórfico, não se deve presumir que existe um corredor horizontal seguro em S1. O segmento superior pode estar à frente e acima da asa; o corredor transsacral de S1 costuma faltar, enquanto S2 costuma oferecer alternativa mais ampla, como diz a alternativa C.
No sacro normal, o corpo do primeiro segmento se alinha entre as asas e permite um trajeto transsacral. No dismórfico, a geometria pode admitir apenas um iliossacral oblíquo em S1, em vez de atravessar para o ilíaco contralateral. O resumo descreve corredor transsacral frequentemente utilizável em S2 (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Sacro normal e dismórfico”).
A decisão é anatômica, feita na TC. Disco residual S1-S2, processos mamilares, formato dos forames e inclinação da asa alertam para a variante. Esses sinais não dispensam medir o corredor individual nem garantem que qualquer parafuso caiba em S2.
A relação com L5 e os forames continua exigindo controle por inlet, outlet e perfil. Dismorfismo não proíbe toda fixação percutânea; muda o trajeto e o nível disponíveis, e obriga a planejar antes de instrumentar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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