Na fratura cominutiva da cabeça radial reconstruível, os melhores resultados de fixação são descritos com até
- um fragmento.
- dois fragmentos.
- três fragmentos.
- quatro fragmentos.
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Conceito-chave
Reconstruibilidade depende mais que da classificação de cominuição. Para fixar a cabeça radial, é preciso obter redução anatômica e estabilidade sem destruir a vascularização dos fragmentos. O resumo aponta melhores candidatos entre jovens, com bom osso e até três fragmentos; fraturas parciais tendem a evoluir melhor que as completas de cabeça e colo.
O número é um marcador de complexidade, não uma promessa de resultado. Uma cabeça com dois fragmentos pode ter condições ruins de fixação, enquanto uma lesão com maior fragmentação exige análise individual. O capítulo não recomenda insistir numa fixação precária apenas para evitar prótese.
A prótese deve estar disponível quando se planeja reconstruir, porque a cominuição pode ser maior que a imagem mostra. Se não for possível redução anatômica com fixação estável, a substituição é considerada. Na presença de instabilidade ligamentar ou longitudinal, ressecção isolada sem repor o apoio da cabeça é especialmente problemática.
Leia “Com cirurgia: retirar, fixar ou trocar” e o final de “Detalhes da via e da fixação”, na Biblioteca. O limite de fragmentos ganha sentido quando ligado à qualidade do osso, à estabilidade obtida e à função que precisa ser preservada.
Por que esta questão foi criada. Treina o uso do número de fragmentos como marcador de reconstruibilidade, sem transformá-lo em regra automática de fixação ou prótese.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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