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Questão de Fratura do úmero distal (OrtoQuestões Simulados)

Trauma adultoFratura do úmero distalOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na fratura do úmero distal com estabilizadores não reconstruíveis, a opção preferida de artroplastia total é

  1. desenho não vinculado.
  2. hemiartroplastia umeral.
  3. desenho protético vinculado.
  4. substituição isolada do capitelo.
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Gabarito: C · desenho protético vinculado.

Conceito-chave

O desenho protético tem uma exigência de estabilidade. Fraturas do úmero distal podem destruir superfícies articulares, colunas e inserções ligamentares. Quando se indica artroplastia total nesse cenário, o capítulo geralmente recomenda um desenho vinculado. A ligação entre os componentes fornece uma forma de estabilidade que não depende da mesma reconstrução completa das colunas e dos ligamentos exigida por uma prótese não vinculada. A pergunta explicita que os estabilizadores não são reconstruíveis para selecionar esse desenho.

Na página 59, o texto explica que desenhos não vinculados também podem ser utilizados, mas requerem redução anatômica e fixação rígida das colunas medial e lateral. Essa reconstrução permite tensionar corretamente os ligamentos colaterais. Na página 60, o capítulo reforça que a técnica é exigente e que, em geral, a artroplastia vinculada é preferida nas fraturas. Não se trata de afirmar que toda prótese não vinculada está proibida no trauma; ela depende de condições que o enunciado não oferece.

Vinculação não dispensa alinhamento e técnica. A preparação dos componentes deve restaurar comprimento, linha articular e rotação adequados. O capítulo descreve usar os fragmentos condilares reaproximados ao úmero para reconhecer a linha articular e utilizar referências corticais para rotação quando os marcos distais se perderam. Também orienta verificar toda a amplitude para excluir impacto ósseo ou do implante. Uma ligação protética não corrige malposição dos componentes nem evita automaticamente complicações de partes moles.

O capítulo apresenta dispositivos semiconstritos e discute a articulação com uma folga controlada. Vinculado não significa um bloco inteiramente rígido sem qualquer movimento além da flexão. O objetivo do desenho é permitir função em um cotovelo cujo suporte traumático está comprometido. A montagem continua sujeita a desgaste, osteólise, soltura, falha mecânica e fraturas periprotéticas. Por isso, a escolha apropriada do paciente e a implantação precisa permanecem centrais.

Hemiartroplastia tem dependência anatômica maior. Ela substitui a superfície distal do úmero, preservando as superfícies da ulna e da cabeça radial. A página 63 exige colunas reconstruíveis, ligamentos íntegros ou reparáveis e cabeça radial e coronoide adequados para estabilidade. Se há deficiência desses componentes que não pode ser corrigida, a artroplastia total vinculada deve ser considerada. A hemiartroplastia não deve ser confundida com um desenho total não vinculado nem escolhida apenas porque evita uma superfície de polietileno.

Na página 74, a instabilidade após prótese não vinculada é relacionada ao posicionamento, à arquitetura óssea e aos estabilizadores de partes moles. Se a instabilidade persiste durante a operação depois da reparação, o texto orienta conversão para um sistema vinculado. Essa recomendação evidencia a diferença funcional dos desenhos. A alternativa errada pode ser verdadeira em outro cenário, mas exige estabilidade anatômica suficiente, que está ausente no caso formulado.

O planejamento deve reconhecer antecipadamente fraturas do olécrano, da ulna proximal ou extensão para a diáfise, pois podem complicar a preparação dos componentes. O acesso também precisa permitir exposição e proteção do ulnar sem acrescentar obstáculos desnecessários à fixação ulnar. A descrição de desenho protético não substitui essas etapas do preparo; ela responde ao problema específico de estabilizadores não reconstruíveis.

A questão é uma lacuna com cara de prova porque um atributo anatômico muda a escolha do sistema. O examinador costuma cruzar uma conduta com a estrutura que a torna possível. Aqui, os distratores são tipos reais de substituição apresentados no capítulo, cada um com dependências diferentes, enquanto o desenho vinculado atende ao contexto explícito de perda dos estabilizadores.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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