Na fratura do terço distal da clavícula tipo IIB de NEER modificada por ROCKWOOD,
- os ligamentos coracoclaviculares estão íntegros e presos ao fragmento medial.
- o traço se estende à articulação acromioclavicular, com ligamentos íntegros.
- o conoide e o trapezoide permanecem presos ao fragmento distal.
- o conoide se solta do fragmento medial, e o trapezoide fica preso ao fragmento distal.
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Conceito-chave
No IIB, o conoide rompe e perde a ligação com o fragmento medial; o trapezoide permanece preso ao distal. A comparação decisiva é com IIA: nesse, ambos os coracoclaviculares ficam no fragmento distal, pois o traço passa medial ao conoide.
O conoide é o mais medial, e o trapezoide o mais lateral. Esses ligamentos restringem a subida da clavícula lateral. Quando o fragmento medial perde sua ancoragem, ele sobe sem oposição, enquanto o distal acompanha a escápula. A instabilidade se explica pela ligação que foi perdida, não apenas pelo nome do subtipo.
No tipo I, os dois ligamentos permanecem íntegros no medial, com pouco desvio. No tipo III, a fratura se estende à acromioclavicular. Descrever uma articulação envolvida não demonstra, por si, o arranjo de ruptura do IIB.
Leia “Neer, modificada por Rockwood: o terço distal pelos ligamentos”, na Biblioteca. Para cada tipo, responda duas perguntas: qual ligamento rompeu e em qual fragmento ficaram as inserções preservadas?
Por que esta questão foi criada. O TARO 2016 cobrou o ligamento lesado no IIB, e TARO 2011/ENARE R4 2025 cobraram a localização do IIA. O simulado força a distinguir os dois padrões ligamentares.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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