Segundo WILLIAMS, a fratura diafisária da clavícula associada à fratura do colo cirúrgico da escápula só produz ombro flutuante quando há
- luxação esternoclavicular associada.
- ruptura dos ligamentos coracoclavicular e coracoacromial.
- desvio da clavícula maior que 2 cm.
- fratura associada do acrômio.
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Conceito-chave
Na demonstração atribuída a Williams, clavícula diafisária e colo cirúrgico, sozinhos, não bastam: é necessária ruptura coracoclavicular e coracoacromial. A estabilidade depende das conexões preservadas, além das linhas de fratura.
A clavícula rompida desfaz uma ligação óssea com o tronco, mas a posição da escápula ainda é controlada por músculos escapuloaxiais, sobretudo trapézio. O fragmento glenoidal do colo cirúrgico inclui o coracoide. Com os ligamentos preservados, parte importante da sustentação permanece; rompendo ambos, o bloco pode tornar-se totalmente instável.
A crítica do autor é que a expressão “colo mais clavícula” omite esse componente. Isso não nega a definição histórica usada em várias provas; mostra por que a mesma combinação aparente de fraturas pode ter comportamentos diferentes conforme os ligamentos e o padrão anatômico.
Leia “O conceito do autor” e os subtipos do colo cirúrgico, na Biblioteca. A pergunta “o que ainda conecta a glenoide?” é mais informativa que contar apenas ossos fraturados.
Por que esta questão foi criada. A instabilidade é tema recorrente no anel de Goss. O simulado testa a contribuição ligamentar demonstrada por Williams e a diferença entre associação radiográfica e desconexão efetiva.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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