Pela classificação de IDEBERG modificada por GOSS, a fratura da glenoide representada na figura a seguir é do tipo

- II.
- IV.
- III.
- Vb.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O desenho mostra o segmento glenoidal superior unido ao coracoide: Ideberg-Goss III. O traço parte da superfície articular e sai superiormente, deixando o restante da fossa e do corpo abaixo. Essa peça superior é a pista, mais informativa que tentar reconhecer o número pela forma geral do desenho.
O tipo II separa a glenoide inferior e sai lateralmente. O III leva a porção superior com o coracoide e sai pela borda superior. O IV atravessa o corpo até a borda medial. O Vb combina III e IV, exigindo o trajeto adicional que não aparece como padrão isolado nesta ilustração.
| Padrão | Relação principal |
|---|---|
| II | Fragmento inferior, saída lateral |
| III | Fragmento superior com coracoide, saída superior |
| IV | Traço até a borda medial |
| Vb | Associação de III e IV |
O esquema é útil para classificar o trajeto; não permite medir um degrau real, o tamanho tridimensional do fragmento ou a estabilidade de um paciente. Para decidir tratamento, o capítulo valoriza desvio, congruência e subluxação, além da classificação.
Leia “Ideberg modificada por Goss”, na Biblioteca. Siga a linha de fratura desde a fossa até sua saída e identifique quais estruturas ficam na mesma peça.
Por que esta questão foi criada. O TARO 2015 descreveu por texto a glenoide superior com coracoide. O simulado exige reconhecer a mesma relação num esquema.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo