As fraturas da escápula correspondem a ______ de todas as fraturas e predominam em ______.
- 0,4% a 0,9%; homens de 20 a 50 anos
- 0,4% a 0,9%; mulheres acima de 65 anos
- 3% a 5%; homens de 20 a 50 anos
- 3% a 5%; mulheres acima de 65 anos
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Conceito-chave
A questão troca dois elementos que precisam ser lidos juntos: qual é o denominador da frequência e qual é o grupo predominante. As fraturas da escápula representam 0,4% a 0,9% de todas as fraturas, mas 3% a 5% das fraturas da cintura escapular. O segundo percentual é maior porque compara a escápula com um conjunto menor de fraturas.
A raridade faz sentido pela anatomia: a escápula tem um envelope muscular espesso, move-se sobre o tórax e repousa numa parede elástica. Essa proteção ajuda a explicar por que muitas fraturas aparecem em traumas de energia elevada e em pacientes com outras lesões. O perfil predominante descrito é o de homens entre 20 e 50 anos (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 33, “Quem fratura e como”).
Isso não exclui o idoso: o capítulo também descreve quedas de baixa energia nessa população, frequentemente com lesão isolada. Predominância epidemiológica não é critério de exclusão diagnóstica. Para rever os mecanismos e suas exceções, leia essa seção no resumo da Biblioteca.
Por que esta questão foi criada. Para distinguir a frequência entre todas as fraturas da frequência entre as da cintura escapular, mantendo o perfil epidemiológico descrito no capítulo.
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