Na fratura do colo do tálus, o desvio ósseo mais comum é em
- flexão plantar e varo.
- flexão dorsal e varo.
- flexão plantar e valgo.
- flexão dorsal e valgo.
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Conceito-chave
O colo do tálus tende a desviar em dorsiflexão e varo, alternativa B. O resumo relaciona a leitura desse desvio ao perfil e insiste, ao final da fixação, em conferir que ele não permaneceu em nenhuma dessas duas posições (Rockwood, 10ª ed., cap. 66, “Exame e imagem” e “Fixação”).
O mecanismo típico combina carga axial e dorsiflexão, fazendo a tíbia distal atingir o colo. Quando há cominuição medial, recuperar apenas a aparência externa do foco não devolve necessariamente seu comprimento. Se o lado medial encurta, a cabeça e o pé ficam orientados em varo; a coluna medial curta pode deixar supinação fixa e sobrecarga lateral.
A prevenção explica a técnica. Na fratura cominuída, o capítulo prefere uma placa lateral para estabilizar o comprimento, seguida de parafuso medial de posição, totalmente rosqueado e sem compressão. Comprimir um defeito medial aproximaria os fragmentos à custa de encurtar ainda mais o colo. Nos defeitos apropriados, enxerto ou substituto oferece apoio.
A dorsiflexão residual tem outra consequência: perda do ângulo de declinação e impacto anterior do tornozelo. Por isso, olhar o colo em mais de uma incidência, incluindo Canale, procura restaurar a forma tridimensional, e não apenas unir as corticais.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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