Na fratura supracondiliana aberta do fêmur, a exposição óssea ocorre com maior freqüência na região póstero-medial da coxa.
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Conceito-chave
A afirmação é falsa pelo resumo atual: resposta provável B, pois a exposição da fratura distal do fêmur é descrita como quase sempre anterior, proximal à patela, e não posteromedial.
A ferida se relaciona a graus variáveis de lesão do quadríceps e do aparelho extensor. Isso diferencia a localização cutânea habitual da discussão do fragmento distal puxado para trás pelos gastrocnêmios. Desvio posterior de um fragmento não prova que a pele se abra mais frequentemente na região posterior (Rockwood, 10ª ed., cap. 58, “Lesões associadas”).
O capítulo relata 5% a 10% de fraturas expostas. Nos pacientes estáveis com tipos I, II e IIIA, admite fixação definitiva após desbridamento quando a ferida está limpa; nas IIIB e IIIC, favorece fixação externa transarticular e tratamento interno tardio. O cuidado com contaminação e partes moles determina a estratégia, não apenas o lugar da ferida.
“Quase sempre” descreve predominância, não impossibilidade de exposição em outra face. É preciso examinar a coxa inteira, mantendo atenção à circulação e às lesões associadas. Uma ferida atípica continua exigindo avaliação; não deixa de ser relevante porque a pergunta de frequência aponta outra região.
O acervo não tem gabarito oficial para esta questão. O resumo permite uma resposta única à afirmação topográfica, mas ela permanece identificada como provável pela bibliografia. Veja na Biblioteca a localização da ferida e o tratamento da exposição, sem confundir o registro da banca com a conclusão da fonte.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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