Na fratura do terço médio da clavícula tratada não cirurgicamente, a freqüência de pseudartrose depende principalmente do grau de desvio inicial.
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Conceito-chave
A afirmação é sustentada pelo resumo: no tratamento conservador do terço médio, o desvio inicial, especialmente a perda completa do contato, é o fator de pseudartrose apontado de forma mais consistente pelos estudos. A, Certo, permanece resposta bibliográfica/provável; não há gabarito oficial registrado.
A distância e a relação entre os fragmentos influem na capacidade de formar uma ponte óssea. Isso não torna todo desvio uma falha inevitável: a clavícula frequentemente consolida sem cirurgia, e a decisão também considera demanda, partes moles e evolução. O Rockwood, 10ª ed., cap. 34, “Quem não consolida”, separa o fator mais consistente de outros possíveis fatores de risco.
Entre eles estão cominuição, encurtamento, tabagismo, idade e sexo feminino. A evolução nas primeiras semanas também acrescenta informação: pouca melhora da dor e DASH alto em seis semanas aparecem nos estudos citados. São associações prognósticas, não uma regra que permite prever com certeza o destino de um paciente.
A prática é acompanhar a fratura, explicar o risco e reavaliar sintomas e imagens. Dizer que o desvio pesa mais não significa que ele seja o único fator nem que toda clavícula desviada deva ser operada. O capítulo mantém uma relação risco-benefício estreita para a cirurgia e favorece decisão compartilhada.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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