Na escápula, a maior incidência de lesões associadas é encontrada na fratura
- da espinha da escápula.
- do colo da escápula.
- do processo coracóide.
- do corpo da escápula.
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Conceito-chave
A escápula protege o tórax, mas também denuncia a energia do impacto. Seu corpo é uma lâmina óssea larga recoberta por músculos e apoiada sobre as costelas. Fraturá-lo costuma exigir força considerável; a mesma força pode quebrar costelas, contundir o pulmão e causar pneumo ou hemotórax. Por isso, diante de fratura do corpo, primeiro se avaliam respiração, circulação e lesões associadas, em vez de concentrar toda a atenção na escápula.
As fraturas escapulares podem atingir corpo, colo, glenoide e processos como coracoide, acrômio e espinha. A localização sugere mecanismos e problemas diferentes: uma fratura articular da glenoide exige avaliação de congruência do ombro; lesões do colo combinadas com fratura clavicular podem comprometer o complexo suspensor do ombro. Nenhum desses padrões torna dispensável o exame de tórax e a pesquisa de lesões neurovasculares.
Frequência não é destino individual. O corpo é uma localização comum e sua fratura é marcador forte de trauma torácico associado em séries clínicas, base da resposta provável. Isso não demonstra que toda fratura do corpo tenha mais lesões que todo subtipo de colo ou glenoide em qualquer população. A investigação deve seguir o mecanismo e os achados do paciente, com imagem torácica e avaliação multissistêmica quando indicadas.
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