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Questão de Fratura do olécrano (TARO 2007)

Trauma adultoFratura do olécranoTARO 2007

Na fratura do olécrano, está contra-indicada a osteossíntese com banda de tensão se

  1. a fratura for por avulsão.
  2. o traço de fratura for oblíquo.
  3. houver fratura associada do rádio.
  4. a superfície articular estiver multifragmentada.
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Gabarito: –

Conceito-chave

A banda de tensão do olécrano funciona por um truque mecânico: os fios e a cerclagem na face posterior transformam a tração do tríceps em compressão no foco. Para isso, o foco precisa ter dois lados que se encostem. A banca pergunta quando essa condição falta.

Para que a banda serve. O Rockwood and Green (10ª ed., cap. 40) reserva a banda de tensão para fraturas simples, sem cominuição, proximais ao coronoide, com o cotovelo estável. Dois fios entram pela ponta do olécrano e saem na cortical anteromedial da ulna, e a cerclagem em oito passa por um túnel distal ao coronoide.

O que muda com a cominuição. Na classificação de Mayo, cada tipo é A (sem cominuição) ou B (com cominuição), e o capítulo é claro: as cominutivas vão melhor com placa; as sem cominuição aceitam banda. Quando a superfície articular está em vários pedaços, a compressão da banda não tem onde se apoiar: ela encurta o olécrano e desaba a incisura sigmoide maior, o que gera incongruência e artrose. A placa, ao contrário, sustenta o comprimento. Nas cominutivas, o capítulo pede até que o parafuso longo da ponta não seja de compressão, para não apertar demais a incisura.

Instabilidade também pede placa. A placa entra ainda nas fraturas associadas a instabilidade, como as transolecranianas, e nas que descem pela diáfise.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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