Na fratura do capítulo do úmero, a complicação mais freqüente é a
- pseudartrose.
- limitação do movimento articular.
- consolidação viciosa.
- osteonecrose.
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Conceito-chave
O capítulo é a parte lateral da superfície articular distal do úmero. Articula-se com a cabeça do rádio e pode sofrer uma fratura por cisalhamento no plano coronal, muitas vezes após queda sobre a mão. A radiografia lateral é importante porque o fragmento deslocado pode ficar pouco evidente na incidência frontal. Tomografia esclarece extensão para a tróclea e fragmentação, dados que mudam o planejamento.
O cotovelo perde movimento com facilidade. Dor, derrame, cicatrização capsular, aderências e imobilização prolongada reduzem flexão e extensão depois da lesão. Por isso, limitação do arco é a complicação funcional clássica da fratura do capítulo e das fraturas articulares do cotovelo. Redução congruente e fixação estável, quando indicadas, permitem mobilização protegida assim que as condições clínicas autorizarem.
Outras sequelas existem, mas não definem a melhor alternativa. Pseudartrose e osteonecrose podem ocorrer, sobretudo em padrões graves ou com maior dano vascular, mas não são a apresentação típica. Consolidação viciosa pode gerar bloqueio mecânico e rigidez. Estudos de complicações variam conforme a definição do desfecho e também registram dor, artrose e material sintomático; a pergunta usa a perda de movimento como principal consequência clínica.
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