A fratura do processo coronoide classificada por O’DRISCOLL como tipo II, subtipo III, acomete necessariamente
- a base do processo coronoide.
- a ponta do processo coronoide.
- a faceta anteromedial e o tubérculo sublime.
- a faceta anteromedial e a ponta do coronoide.
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Conceito-chave
O’Driscoll II.3 exige faceta anteromedial e tubérculo sublime. A ponta pode acompanhar o fragmento ou permanecer fora dele. Assim, C é a única alternativa que contém as estruturas obrigatórias do subtipo.
O tipo II reúne as fraturas anteromediais. No subtipo 1, só a borda; no2, borda e ponta; no3, borda e tubérculo sublime, com ou sem ponta. O número do subtipo não é simplesmente uma escala de altura como a de Regan-Morrey: ele descreve a extensão anatômica da fratura (Rockwood, 10ª ed., cap. 40, “O’Driscoll: o lugar, e o lugar diz o mecanismo”).
O tubérculo sublime não é apenas um ponto de referência no desenho. Nele se insere o feixe anterior do colateral medial, importante contra o valgo. Quando esse local vai junto ao fragmento anteromedial, pode haver instabilidade em valgo além da falha em varo do padrão posteromedial. O capítulo ressalta essa consequência no tratamento da faceta.
Por isso é necessário identificar o que o fragmento leva, não apenas notar que há uma fratura do coronoide. A TC com reconstrução 3D ajuda a definir a borda, o tubérculo e a congruência. Uma descrição de “faceta e ponta” não garante que o tubérculo sublime esteja incluído e pode classificar o subtipo errado.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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