Na fratura do polo proximal do escafoide no adulto, a prevalência da necrose do polo proximal é de aproximadamente
- 35%.
- 55%.
- 75%.
- 95%.
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Conceito-chave
A fratura do polo proximal do escafoide é a de pior prognóstico do escafoide, porque a irrigação é retrógrada: os vasos entram pela parte distal e chegam ao polo proximal por dentro do osso. A fratura corta esse caminho.
A frequência da necrose: nas fraturas do polo proximal do adulto, a necrose avascular do fragmento proximal aparece em cerca de 30 a 40% dos casos (a banca considerou 35%). As séries variam, e a taxa sobe muito quando a fratura evolui para pseudartrose.
A comparação por região:
cintura: necrose menos frequente, mais nas fraturas desviadas;
polo distal e tubérculo: necrose rara, pela boa irrigação.
O diagnóstico: na radiografia, o polo proximal fica mais denso (esclerose relativa); a RM com contraste mostra a perfusão.
O tratamento da fratura aguda do polo proximal: fixação com parafuso de compressão sem cabeça por via dorsal, mesmo sem desvio, porque o gesso tem alta taxa de pseudartrose. Na pseudartrose com necrose, enxerto vascularizado (Zaidemberg, côndilo femoral medial).
Na prova: a prevalência da necrose do polo proximal é de aproximadamente 35%.
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