A fratura do planalto tibial que apresenta maior risco de associação com lesão dos vasos poplíteos, segundo SCHATZKER, é a do tipo
- I.
- II.
- III.
- IV.
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Conceito-chave
Entre os tipos I a IV oferecidos, o Schatzker IV é o padrão que exige maior atenção ao risco poplíteo: D. Ele não é apenas um fragmento medial quebrado; o capítulo o descreve como uma variante da luxação do joelho.
O planalto medial é mais resistente e sua fratura costuma exigir energia alta. No padrão descrito, LCM e LCA permanecem presos ao fragmento medial, enquanto o planalto lateral e a diáfise se deslocam para longe dele e do fêmur. Essa perda importante das relações do joelho explica a preocupação neurovascular, inclusive quando a imagem inicial já não mostra uma luxação completa (Rockwood, 10ª ed., cap. 62, “O tipo IV é uma luxação disfarçada”).
A avaliação vascular não termina ao encontrar um pulso. O resumo orienta documentar o índice tornozelo-braço na alta energia, com 0,9 como referência; abaixo disso, indica angiotomografia e avaliação vascular. Dissociação metáfise-diáfise e fraturas-luxações estão entre os padrões mais preocupantes. Esses cuidados acompanham exame, partes moles e avaliação de síndrome compartimental.
Maior risco não significa que os outros tipos não possam lesar vasos. A questão compara os quatro tipos oferecidos, e não autoriza dispensar exame vascular numa fratura lateral. Energia, desvio e sinais do paciente continuam decisivos.
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