Em relação à classificação de Ideberg, qual alternativa melhor classifica a fratura da imagem abaixo?

- Ia
- Ib
- II
- III
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Conceito-chave
A reconstrução mostra um fragmento da borda anterior da glenoide, com o restante principal da fossa preservado. Na classificação de Ideberg modificada por Goss, isso é Ia, alternativa A.
A primeira distinção é borda versus centro. O tipo I reúne as fraturas da margem: Ia anterior e Ib posterior. Os tipos II e III separam segmentos da fossa e têm trajetos de saída próprios: II leva a glenoide inferior e sai pela borda lateral do corpo; III leva a porção superior com o coracoide e sai pela borda superior (Rockwood, 10ª ed., cap. 33, “Ideberg modificada por Goss”).
Na imagem, o foco está na margem anterior, e não numa linha que separa a glenoide superior junto ao coracoide ou num segmento inferior propagado à borda lateral. Não é preciso estimar uma porcentagem de superfície a partir desta única reconstrução para nomear o tipo.
Classificar não determina automaticamente operar. A conduta da borda depende de tamanho, desvio e estabilidade; a fossa precisa manter relação congruente com a cabeça do úmero. O resumo distingue pequenas fraturas periféricas das fendas verticais e dos fragmentos anteroinferiores desviados com instabilidade. A TC com subtração da cabeça ajuda a examinar essa superfície sem sobreposição.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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