A partir de qual escore MESS está indicada a amputação do membro?
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Conceito-chave
O MESS e seu limiar. O Mangled Extremity Severity Score foi criado por Johansen e colaboradores para ajudar na decisão entre salvar e amputar um membro inferior gravemente lesado. Soma lesão esquelética e de partes moles (1 a 4), isquemia (1 a 3, dobrada se passar de 6 horas), choque (0 a 2) e idade (0 a 2). No estudo original, um escore igual ou maior que 7 previu amputação com grande precisão, e esse é o valor classicamente citado.
O que o LEAP mostrou. O estudo prospectivo LEAP (Lower Extremity Assessment Project) avaliou vários escores (MESS, LSI, PSI, NISSSA, HFS) e concluiu que nenhum tem sensibilidade e especificidade suficientes para decidir sozinho: um escore alto não obriga a amputar, e um baixo não garante o salvamento. A perda da sensibilidade plantar na chegada também não é indicação de amputação, porque muitos recuperam. Os resultados funcionais em dois e sete anos foram semelhantes entre amputação e reconstrução, e fatores sociais, psicológicos e econômicos pesaram mais que o tipo de tratamento.
Como usar o escore. Como ferramenta para organizar a avaliação e documentar a gravidade, junto com o julgamento clínico, a condição do paciente (instável não suporta cirurgias longas de salvamento), as comorbidades, a lesão do nervo tibial (transecção documentada), o tempo de isquemia, a perda óssea e de partes moles, e o desejo do paciente, idealmente com decisão compartilhada entre ortopedista, cirurgião vascular e plástico.
Na prova: MESS 7 ou mais = limiar clássico de amputação; mas o LEAP mostrou que nenhum escore decide sozinho.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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