As fraturas mais associadas a fraturas da diáfise do fêmur são:
- Tíbia / fíbula e arcos costais / esterno.
- Tíbia / fíbula e acetábulo.
- Patela e arcos costais / esterno.
- Patela e acetábulo.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A lesão óssea associada mais frequente não precisa estar ao lado do foco diafisário. Na revisão citada pelo capítulo, as categorias que lideram são tíbia/fíbula, seguidas de costelas/esterno. A combinação A conserva essa ordem e amplia a avaliação para além do membro.
A tabela vem de 26.357 fraturas do fêmur: tíbia/fíbula aparecem em 20,5% e costelas/esterno em 19,1%, valores próximos. Pelve, acetábulo, fêmur distal e lesões do joelho também importam, mas importância clínica não significa liderança numérica naquela revisão (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 57, “O que vem junto”).
Um mecanismo de alta energia pode atingir diferentes regiões. Por isso a deformidade evidente da coxa não deve limitar a busca à tíbia ou ao joelho, assim como o segundo lugar torácico não dispensa examinar quadril e pelve. Os percentuais descrevem a população estudada, não garantem nem excluem uma lesão no indivíduo.
A tabela do resumo da Biblioteca também separa órgão interno de osso: pulmão lidera a primeira lista, e costela/esterno pertencem à segunda. São dados complementares para orientar uma avaliação completa, sem confundir fratura de costela com lesão pulmonar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo