Na fratura da extremidade distal do rádio, utiliza-se como parâmetro radiográfico para determinar a medida do comprimento radial
- O processo estiloide do rádio e o da ulna.
- O processo estiloide do rádio e a superfície articular da ulna.
- A superfície articular do rádio e a superfície articular da ulna.
- A superfície articular da rádio e a ponta do processo estiloide da ulna.
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Conceito-chave
Os parâmetros radiográficos do rádio distal avaliam a fratura e a qualidade da redução:
comprimento (altura) radial: no PA, a distância entre duas linhas perpendiculares ao eixo do rádio: uma na ponta do processo estiloide do rádio e outra na superfície articular da ulna (cabeça da ulna); normal em torno de 11 a 12 mm;
inclinação radial: no PA, ângulo da superfície articular do rádio com a perpendicular ao eixo; normal cerca de 22 a 23°;
inclinação volar: no perfil, ângulo da superfície articular com a perpendicular ao eixo; normal cerca de 11 a 12°;
variância ulnar: no PA, a diferença de altura entre a superfície articular da ulna e a borda ulnar do rádio (a fosseta do semilunar); normal perto de zero.
Para não confundir: comprimento radial usa a estiloide do rádio; variância ulnar usa a superfície articular do rádio.
Os parâmetros aceitáveis após a redução: encurtamento menor que 3 a 5 mm, inclinação dorsal menor que 10° e degrau articular menor que 2 mm.
Na prova: o comprimento radial é medido entre o processo estiloide do rádio e a superfície articular da ulna.
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