Segundo a classificação de Campbell para as fraturas periprotéticas do úmero, aquelas que acometem a diáfise proximal do úmero estão na região:
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Conceito-chave
As fraturas periprotéticas do úmero. Crescem com o número de artroplastias de ombro (anatômicas e reversas), em pacientes idosos e osteoporóticos, por quedas. Podem ocorrer no intraoperatório (ao preparar o canal ou impactar a haste) ou pós-operatório. A pergunta prática é sempre: a haste está estável?
A classificação de Campbell. Divide o úmero em quatro regiões, de proximal para distal. Região 1: as tuberosidades (tubérculo maior e menor). Região 2: a metáfise proximal. Região 3: a diáfise proximal. Região 4: a diáfise média e distal (abaixo da ponta da haste). Fraturas na região 1 afetam o manguito; nas regiões 2 e 3 podem soltar a haste; na 4, a haste costuma estar estável e a fratura é tratada como uma diafisária.
Outras classificações. Wright e Cofield: A (fratura ao redor da ponta da haste, estendendo-se proximalmente), B (ao redor da ponta, sem extensão proximal significativa), C (distal à ponta). A classificação unificada (UCS), semelhante à Vancouver do quadril, considera a localização e a estabilidade do implante.
O tratamento. Haste estável com fratura alinhada: conservador (órtese funcional) ou fixação com placa, cerclagens e parafusos unicorticais. Haste solta: revisão com haste longa que ultrapasse a fratura, com enxerto ou placa quando necessário. Fraturas das tuberosidades na reversa comprometem a rotação, e na anatômica, a função do manguito.
Na prova: Campbell: 1 tuberosidades, 2 metáfise, 3 diáfise proximal, 4 diáfise média e distal.
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