A ruptura do mecanismo extensor do joelho é mais frequentemente associada à luxação traumática
- anterior.
- posterior.
- póstero-medial.
- póstero-lateral.
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Conceito-chave
As direções da luxação do joelho. Classificam-se pela posição da tíbia em relação ao fêmur: anterior (a mais comum, por hiperextensão), posterior (por golpe direto na tíbia proximal com o joelho fletido, o trauma do painel), medial, lateral e rotatórias (a posterolateral é a que costuma ser irredutível, com o côndilo medial encarcerado na cápsula e o sinal da covinha na pele medial). Muitas se reduzem sozinhas, e a classificação de Schenck pelos ligamentos é mais útil.
A ruptura do aparelho extensor. O mecanismo extensor (tendão do quadríceps, patela, tendão patelar) é mais frequentemente rompido na luxação posterior. O golpe na tíbia proximal com o joelho fletido a empurra para trás enquanto o quadríceps está contraído tentando resistir, e a mesma energia que desloca a tíbia pode romper o tendão patelar ou arrancar a tuberosidade. A lesão do extensor muda o planejamento, pois precisa ser reparada, geralmente de forma precoce.
As outras lesões associadas. Artéria poplítea (10 a 40%, com avaliação por ITB obrigatória), nervo fibular (mais nas lesões do lado lateral), fraturas periarticulares (KD V), lesões dos meniscos e da cartilagem. A luxação posterior também contunde a poplítea diretamente.
O tratamento. Redução urgente, avaliação vascular, fixador externo quando instável ou após reparo vascular, e reconstrução dos ligamentos e do aparelho extensor, em um ou dois tempos. Rigidez e instabilidade residual são as sequelas mais comuns.
Na prova: ruptura do aparelho extensor associada à luxação do joelho é mais comum na luxação posterior (trauma do painel com o quadríceps contraído).
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