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Questão de Fratura do úmero proximal (TARO 2012)

Trauma adultoFratura do úmero proximalTARO 2012

Na fratura da extremidade proximal do úmero, o fator mais determinante no resultado da artroplastia parcial é a

  1. qualidade da cimentação.
  2. reconstrução anatômica do tubérculo maior.
  3. dimensão da cabeça da prótese.
  4. retroversão do componente umeral.
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Gabarito: B · reconstrução anatômica do tubérculo maior.

Conceito-chave

A artroplastia parcial substitui a cabeça umeral, mas a função do manguito ainda depende de seus pontos de fixação óssea. Por isso, reconstruir anatomicamente o tubérculo maior é o fator mais determinante entre os apresentados.

Quando os tubérculos consolidam em posição adequada, os tendões podem voltar a atuar sobre o úmero. Se ficam soltos, desviados ou reabsorvidos, a hemiartroplastia pode ter resultado funcional muito ruim, inclusive pseudoparalisia. Uma prótese tecnicamente estável não substitui essa reconstrução (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Por que a reversa tomou o lugar”).

Cimentação, tamanho da cabeça e versão continuam importantes. A diferença é que esses ajustes precisam servir a uma reconstrução que permita aos tubérculos consolidar. O resumo da Biblioteca compara essa dependência da hemiartroplastia com a reversa.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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