Na fratura da extremidade proximal do úmero, o fator mais determinante no resultado da artroplastia parcial é a
- qualidade da cimentação.
- reconstrução anatômica do tubérculo maior.
- dimensão da cabeça da prótese.
- retroversão do componente umeral.
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Conceito-chave
A artroplastia parcial substitui a cabeça umeral, mas a função do manguito ainda depende de seus pontos de fixação óssea. Por isso, reconstruir anatomicamente o tubérculo maior é o fator mais determinante entre os apresentados.
Quando os tubérculos consolidam em posição adequada, os tendões podem voltar a atuar sobre o úmero. Se ficam soltos, desviados ou reabsorvidos, a hemiartroplastia pode ter resultado funcional muito ruim, inclusive pseudoparalisia. Uma prótese tecnicamente estável não substitui essa reconstrução (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Por que a reversa tomou o lugar”).
Cimentação, tamanho da cabeça e versão continuam importantes. A diferença é que esses ajustes precisam servir a uma reconstrução que permita aos tubérculos consolidar. O resumo da Biblioteca compara essa dependência da hemiartroplastia com a reversa.
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