Na fratura exposta da tíbia, é indicação de amputação
- o índice MESS igual ou maior que sete pontos.
- a lesão vascular associada, com seis ou mais horas de evolução.
- a lesão do nervo fibular, no tipo III C de GUSTILO e ANDERSON.
- a neuropatia periférica associada ao tipo III de GUSTILO e ANDERSON.
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Conceito-chave
A banca marcou A, MESS igual ou maior que sete, mas esse corte não deve ser ensinado como ordem automática de amputação. O resumo atual enfatiza a validade limitada dos escores e lista isquemia quente maior que 6 horas como uma indicação absoluta.
O MESS soma energia, isquemia, choque e idade, dobrando o componente isquêmico depois de seis horas. O limiar histórico citado no corpo é maior que 7, e o salvamento acima dele variou de 0% a 93%. Essa amplitude explica por que um escore alto não consegue decidir sozinho qual membro deve ser amputado (Rockwood, 10ª ed., cap. 63, “Amputação”).
A alternativa B também exige leitura clínica. Uma lesão vascular com seis horas de evolução não prova seis horas de isquemia quente. Pode haver fluxo distal mantido. A indicação citada depende de ausência prolongada de perfusão, e a ameaça vascular deve ser tratada imediatamente, sem esperar um relógio completar o limite.
Lesão do fibular, neuropatia e a categoria de Gustilo participam do prognóstico, mas não são intercambiáveis com inviabilidade do membro. A escolha final compara função provável, complexidade da reconstrução e risco para a vida, preservando a resposta histórica sem reproduzir uma conduta simplista.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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