Na fratura do pilão tibial com desvio póstero-medial, os nervos com maior risco de lesão são os
- tibial e sural.
- sural e fibular superficial.
- tibial e fibular profundo.
- fibular superficial e fibular profundo.
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Conceito-chave
Na fratura do pilão tibial, a direção do desvio decide quais estruturas ficam em risco. Os fragmentos e o tálus desviados empurram o que estiver do mesmo lado.
Com desvio posteromedial: o pé e os fragmentos vão para trás e para dentro, em direção ao:
nervo tibial, que passa atrás do maléolo medial, no túnel do tarso, junto com a artéria tibial posterior;
nervo sural, que desce pela face posterior e lateral da perna distal, perto do tendão calcâneo.
Os nervos anteriores (fibular superficial e fibular profundo) ficam na face anterior e lateral do tornozelo e correm risco nos desvios anteriores e nas vias de acesso anterolateral e anterior.
A conduta: examinar e documentar a sensibilidade e a força antes de qualquer manobra; reduzir e estabilizar logo (muitas vezes com fixador externo em ponte), aliviando a tensão sobre nervos, vasos e pele.
Na prova: no pilão com desvio posteromedial, os nervos em maior risco são o tibial e o sural.
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