Na luxação simples do cotovelo, a complicação mais comum é
- artrose.
- rigidez articular.
- lesão neurológica.
- instabilidade recorrente.
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Conceito-chave
Depois de reduzir uma luxação simples do cotovelo, o cotovelo quase sempre fica estável. A tentação é achar que o problema acabou. O Rockwood and Green (10ª ed., cap. 40) mostra que não: as luxações simples não são tão benignas quanto parecem, e o que mais sobra para o paciente é a perda de movimento.
O que as séries mostram. Numa série de 110 pacientes acompanhados por 7 anos, 56% relataram rigidez residual subjetiva, 62% dor residual e apenas 8% instabilidade, sem ninguém precisar operar por isso. Em outra, 60% tinham sintomas, com contratura em flexão em 15%. Menos de 10% relatam instabilidade depois da luxação simples.
De onde vem a rigidez. A luxação rasga cápsula, colaterais e origens musculares; a cicatrização dessas partes moles, somada à imobilização, endurece o cotovelo. O capítulo associa a imobilização prolongada a mais contratura e mais dor, e por isso a regra é mexer cedo: imobilizar por mais de 3 semanas deve ser evitado.
O que é incomum. A ossificação heterotópica sintomática é incomum, mas fica bem mais provável quando há trauma de crânio associado. As lesões nervosas são possíveis, com o ulnar sendo o mais lesado, mas não são a regra.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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