Na fratura desviada da diáfise da clavícula, o fragmento lateral assume as posições de rotação:
- Anterior e translação inferior.
- Anterior e translação superior.
- Posterior e translação inferior.
- Posterior e translação superior.
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Conceito-chave
O fragmento lateral roda anteriormente e translada inferiormente. A questão combina dois tipos de movimento: girar um segmento e deslocar sua posição. Não basta reconhecer que o ombro ficou “caído” e presumir o sentido da rotação.
O peso do membro e o deltoide contribuem para a descida do conjunto distal. A escápula fica protraída, com rotação anterior do fragmento lateral; o peitoral maior acrescenta tração medial e encurtamento. O fragmento medial, por sua vez, é elevado pelo esternocleidomastóideo.
Uma forma de conferir a resposta é seguir o ombro: ele cai, anterioriza e se aproxima do tórax. Esse conjunto tridimensional ajuda a entender por que uma consolidação viciosa pode ter sintomas que não se explicam apenas por uma medida de comprimento.
O desvio radiográfico orienta a avaliação, mas não indica cirurgia isoladamente. Pele ameaçada, lesões associadas, estabilidade, demanda funcional e riscos precisam ser considerados. Não se deve converter toda anteriorização ou todo encurtamento em indicação automática de fixação.
Leia “Mecanismo e deformidade: para onde vai cada fragmento”, na Biblioteca. Separe rotação anterior, translação inferior e medialização, atribuindo cada uma ao fragmento correto.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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