Na artrodese atlantoaxial, a técnica demonstrada na imagem a seguir, utilizando parafusos de massa lateral em C1 e translaminares em C2, é conhecida como técnica de:

- HARMS.
- GALLIE.
- MARGEL.
- WRIGHT.
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Conceito-chave
O que a imagem mostra. É um corte axial de C2 em tomografia. Dois parafusos entram pela base do processo espinhoso e seguem cruzados, em X, cada um por dentro de uma das lâminas. Não atravessam pedículo nem articulação: ficam inteiros no osso laminar. São os parafusos translaminares (ou intralaminares) de C2.
A artrodese C1–C2 e suas montagens. O Rockwood (10ª ed., cap. 48) descreve três famílias para fundir o atlas ao áxis:
- Fios sublaminares (Brooks, Gallie): menos complicações, mas exigem halo depois e podem acentuar fraturas desviadas para trás.
- Parafusos transarticulares: atravessam a articulação C1–C2 e exigem redução razoável para que as massas laterais se sobreponham no trajeto.
- Massa lateral em C1 e parafuso em C2: a montagem mais versátil, que não exige redução anatômica e ainda ajuda a reduzir. Em C2, o parafuso pode ser pedicular, de istmo ou intralaminar; num estudo biomecânico, o pedicular foi o mais forte, seguido do intralaminar.
De onde vêm os nomes. O capítulo descreve a montagem sem os epônimos. O resumo registra a convenção que a banca usa: Harms para massa lateral em C1 com parafuso pedicular em C2; Wright para o parafuso translaminar em C2; Magerl para o transarticular. A imagem com lâminas atravessadas em X aponta para Wright.
Na prova: parafusos cruzados nas lâminas de C2 = Wright; parafuso pelo pedículo = Harms; parafuso atravessando C1–C2 = Magerl; fio sob o arco com enxerto = Gallie.
A seção de artrodese posterior C1–C2, no resumo de coluna cervical, mostra as três montagens lado a lado.
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