Na avaliação da articulação esternoclavicular, a incidência radiográfica demonstrada na figura a seguir chama-se:

- GARTH.
- HEINIG.
- HOBBS.
- Serendipity.
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Conceito-chave
A incidência de Heinig. Com o paciente em decúbito dorsal, o feixe é dirigido lateralmente e tangente à articulação esternoclavicular, paralelo à clavícula do lado oposto, com o chassi do outro lado. Assim, a articulação aparece de perfil, sem a sobreposição da coluna e do esterno, o que ajuda a ver luxações anteriores e posteriores.
As outras. A serendipity (Rockwood) é feita com o feixe inclinado 40 graus em direção cefálica, centrado no esterno, e compara a altura das duas clavículas. A de Hobbs é feita com o paciente inclinado sobre o chassi e o feixe passando pela nuca. A de Garth é uma oblíqua apical da glenoumeral, usada na instabilidade do ombro. Na prática, a tomografia é o exame de escolha para a esternoclavicular.
Na prova: feixe lateral e tangente à esternoclavicular é Heinig; 40 graus cefálico é serendipity.
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