Na fratura subtrocantérica AO 31 A3.1, o implante com melhor desempenho biomecânico é
- placa lâmina com ângulo de 90º.
- haste centro cefalomedular.
- parafuso dinâmico do quadril com ângulo de 135°.
- parafuso condilar dinâmico como ângulo de 90°.
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Conceito-chave
A fratura AO 31A3 é a fratura trocantérica de traço invertido (reverso) ou transversa (31A3.1: oblíqua reversa simples). O traço corre de baixo e lateral para cima e medial, e a região se comporta como uma fratura subtrocantérica.
O problema mecânico: a força de deslizamento do parafuso cefálico, em vez de comprimir o foco, afasta os fragmentos; a diáfise tende a medializar, e o fragmento proximal vai para o varo.
O implante com melhor desempenho: a haste cefalomedular:
fica no eixo de carga, com braço de alavanca curto;
funciona como uma parede lateral dentro do canal, impedindo a medialização da diáfise;
compartilha a carga com o osso.
Os implantes laterais:
DHS de 135°: contraindicado: o deslizamento ao longo do parafuso, paralelo ao traço reverso, separa a fratura e medializa a diáfise;
placa lâmina de 95° e DCS de 95°: melhores que o DHS, mas com braço de alavanca longo e mais falhas que a haste.
Na prova: na fratura AO 31A3.1, o implante com melhor desempenho biomecânico é a haste cefalomedular.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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