Nas fraturas de acetábulo o " sinal da gaivota " é indicativo de
- impacção da cabeça femoral e mau prognóstico.
- subluxação da cabeça femoral e bom prognóstico.
- impacção do teto acetabular e mau prognóstico.
- fragmento da parede posterior e bom prognóstico.
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Conceito-chave
O par correto é impacção do teto acetabular e mau prognóstico, alternativa C. A gaivota aparece no AP quando a porção superomedial do teto é impactada, frequentemente nos padrões anteriores do idoso.
A cabeça que se desloca medialmente comprime a superfície de carga em osso osteopênico. O fragmento pode ser elevado, mas é difícil mantê-lo no lugar; novo desvio permite subluxação e perda do encaixe. O prognóstico desfavorável decorre dessa reconstrução articular difícil, não do nome do sinal (Rockwood, 10ª ed., cap. 51, “A asa de gaivota”).
É o teto que afundou, não a cabeça. Lesão cefálica também pode piorar o resultado e influenciar a escolha de artroplastia, mas é outro achado. A simples subluxação medial tampouco explica todo o contorno radiográfico da gaivota.
Reconhecer o sinal exige olhar a superfície de carga e planejar seu suporte, em vez de aceitar alinhamento global como prova de articulação reconstruída. A gravidade da impacção e as condições do paciente completam a decisão terapêutica.
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