Na fratura de coluna torácica e lombar, o exame de escolha é a
- ressonância.
- tomografia.
- radiografia.
- ressonância associada à radiografia.
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Conceito-chave
No trauma torácico e lombar, a tomografia é o exame inicial de escolha para caracterizar a fratura. Ela mostra corpo, pedículos, lâminas e facetas, além de cominuição e invasão do canal. O capítulo descreve a TC como exame que substituiu a radiografia na triagem do trauma de alta energia.
A ressonância acrescenta informações sobre medula, ligamentos, discos e partes moles. É particularmente útil diante de déficit ou piora neurológica, mas complementa a TC, em vez de substituí-la rotineiramente. Para o complexo posterior, sua sensibilidade vem acompanhada de menor especificidade e risco de superestimar a lesão (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “Imagem: radiografia, tomografia e ressonância”).
A radiografia continua útil, especialmente em pé no acompanhamento e na avaliação do alinhamento sob carga. Ter uma função importante não a torna o exame de escolha para a investigação inicial pedida. No politrauma, o rastreio de toda a coluna também importa porque podem existir fraturas não contíguas.
O resumo da Biblioteca compara o que cada modalidade responde e suas limitações.
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