A fratura de pelve tem como lesão associada mais comum a
- lesão torácica.
- fratura de ossos longos.
- perfuração de alça intestinal.
- lesão vesical.
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Conceito-chave
A associação mais frequente apresentada é a lesão torácica, alternativa A. O dado do resumo é 63%, acima de fraturas de ossos longos, lesões intestinais e lesões vesicais.
Essa frequência ajuda a não restringir o atendimento ao local que chama mais atenção na radiografia. O impacto que rompe o anel também atinge cabeça, tórax, abdome e membros; os grupos se sobrepõem e o quadro hemodinâmico exige investigar múltiplas fontes (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Lesões associadas e mortalidade”).
Os números comparados precisam manter seus denominadores: ossos longos 50%, intestino até 14% e lesões de bexiga e uretra 6% a 15% conforme gravidade. O último intervalo não é uma taxa isolada de bexiga, mas ainda deixa claro por que ela não lidera a comparação.
Ser menos frequente não significa ser menos urgente. Uma lesão intestinal ou urinária muda contaminação, necessidade de reparo e escolha da fixação. O item pergunta qual aparece mais, e não qual pode exigir prioridade num paciente específico.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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