Nas lesões occipitocervicais, para não haver sinal de instabilidade pela mensuração de HARRIS, a soma dos espaços básion/atlas e básion/odontoide tem de estar abaixo de
- 12 mm.
- 14 mm.
- 16 mm.
- 18 mm.
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Conceito-chave
A banca marcou 12 mm, mas a frase tem um problema: a regra de Harris não estabelece que a soma de dois espaços deva ser menor que 12 mm. O resumo descreve dois intervalos, básio-áxis e básio-dente, cada um avaliado separadamente com essa referência clássica.
O básio-áxis relaciona a base do crânio à linha que prolonga a parede posterior de C2. O básio-dente vai do básio à ponta do odontoide. A medida da primeira relação não é simplesmente “básio/atlas”, como aparece no enunciado. Conhecer os pontos anatômicos evita decorar um número sem saber o que foi medido (Rockwood, 10ª ed., cap. 48, “Dissociação occipitocervical”).
Somar medidas mudaria a interpretação. Dois intervalos individualmente abaixo do corte poderiam ter soma acima de 12, sem que isso represente um critério de instabilidade pela soma. Portanto, o número da alternativa A é mantido como gabarito oficial, mas a regra deve ser aprendida com os intervalos corretos.
O resumo ainda registra um limite menor proposto para o básio-dente na tomografia. Isso também exige conservar modalidade e medida, sem misturar com o critério radiográfico clássico.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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