O tempo de isquemia que pode provocar lesão irreversível neurológica e/ou muscular é a partir de
- 2h.
- 4h.
- 6h.
- 8h.
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Conceito-chave
A resposta oficial é oito horas, mas o resumo consultado usa seis horas em contextos que precisam ser diferenciados. O capítulo afirma que atraso até a fasciotomia superior a seis horas provavelmente produz sequelas significativas. Também relata a estimativa histórica de Volkmann de que o músculo não sobreviveria mais de seis horas sem fluxo.
Isso não estabelece uma fronteira universal em que todo nervo e músculo passam simultaneamente de viáveis a mortos. Intensidade e duração da pressão, perfusão arterial e lesão prévia influenciam o dano; o resumo enfatiza que os limiares de alteração nervosa variam. “Tempo de isquemia irreversível” e “atraso até a fasciotomia” não são expressões intercambiáveis.
O objetivo clínico é evitar atraso, sem aguardar seis ou oito horas. A síndrome reconhecida exige descompressão urgente, avaliação muscular e desbridamento do que não for viável. A passagem do relógio aumenta o risco de necrose, contraturas e lesão neurológica, não cria um período inicial livre de consequências.
Leia “Complicações, atraso e paciente encontrado caído” e “O músculo é o tecido mais vulnerável”, na Biblioteca. Separe a letra histórica da banca do que a fonte efetivamente informa sobre atraso e viabilidade.
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