Na lesão do anel pélvico, a fixação do pino de SCHANZ pela técnica supra-acetabular utiliza o “sinal da lágrima” como um dos parâmetros radiográficos. Este sinal representa
- a tábua interna do ílio e o topo da incisura ciática maior inferiormente.
- a tábua interna do ílio e o topo da incisura ciática menor inferiormente.
- as tábuas interna e externa do ílio e o topo da incisura ciática maior inferiormente.
- as tábuas interna e externa do ílio e o topo da incisura ciática menor inferiormente.
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Conceito-chave
O “sinal da lágrima” orienta a entrada do pino supra-acetabular entre as tábuas interna e externa do ílio, tendo o topo da incisura isquiática maior como referência inferior. A combinação é a da alternativa C.
A imagem é obtida pela associação de oblíqua obturadora com saída, cada uma com aproximadamente 25 a 35 graus no resumo. A sobreposição das tábuas cria a lágrima; o pino deve seguir no corredor ósseo em direção ao pilar isquiático, acima da incisura maior (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Fixador externo: crista ilíaca ou supra-acetabular”).
Uma vista localiza a entrada; outras confirmam o trajeto. A oblíqua ilíaca verifica a relação com a incisura, e a obturadora com entrada ajuda a manter o pino entre as tábuas. A ponta deve parar no osso, sem atravessar a cortical distante e ameaçar estruturas que passam pela incisura maior.
A posição supra-acetabular oferece boa pega e resistência à rotação, mas exige radioscopia e proteção de partes moles. Não se trata de perfurar até “sentir osso duro” nem de usar a lágrima como garantia para todo o comprimento do pino.
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