As fraturas do acetábulo, mais comumente, ocorrem na
- parede anterior
- parede posterior
- coluna anterior
- coluna posterior
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Conceito-chave
A parede posterior é o padrão mais frequente de fratura do acetábulo na distribuição apresentada pelo capítulo: cerca de 25%, alternativa B. Parede é a borda articular; não equivale à coluna posterior inteira.
A cabeça pode atingir essa borda quando a força sobe pela diáfise com o quadril fletido, como no joelho contra o painel. A adução favorece a luxação posterior. Esse mecanismo ajuda a lembrar o padrão, mas a classificação exige as radiografias e a TC; a posição descrita não substitui a imagem (Rockwood, 10ª ed., cap. 51).
Entre os associados, ambas as colunas aparece com 23%, e transversa com parede posterior com cerca de 20%. A resposta depende do que se está comparando: “mais comum de todas” é parede posterior; “associada mais comum” é ambas as colunas.
Frequência não define tratamento. Em fragmentos pequenos e intermediários da parede posterior, uma TC congruente ou uma porcentagem pequena da parede não garantem estabilidade. O exame dinâmico sob anestesia é a avaliação mais confiável descrita para a decisão; não se deve reduzir a indicação a um limiar fixo de tamanho.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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