A presença de variância ulnar positiva em um paciente com fratura de radio distal sem osteoporose é indicativo de dissociação
- escafocapitato
- escafosemilunar
- semilunocaptato
- semilunopiramidal
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Conceito-chave
A associação procurada é a lesão escafossemilunar. O resumo, porém, é mais específico que o enunciado: na fratura intra-articular do rádio distal sem osteoporose, descreve variância ulnar positiva maior que 2 mm como preditor de lesão escafossemilunar grave. Não transforma qualquer variância positiva, isoladamente, em diagnóstico definitivo.
O escafossemilunar é o estabilizador primário entre os dois ossos da fileira proximal. Sua ruptura permite que escafoide e semilunar percam o movimento coordenado; o intervalo pode alargar progressivamente, e a deformidade estática depende também dos estabilizadores secundários.
A investigação procura sinais próprios: intervalo aumentado, sinal do anel pela flexão do escafoide e alterações dos ângulos. A comparação com o outro punho e as incidências de estresse ajudam; a artroscopia é o padrão de referência descrito para examinar o ligamento e a estabilidade. A variância é uma pista associada ao contexto da fratura, não substitui essa avaliação. Conteúdo consultado no resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seções Dissociação escafossemilunar e Mayfield.
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