Pacientes com baixa pressão arterial sistêmica devem ser submetidos a fasciotomia do antebraço quando a pressão intracompartimental estiver superior a
- 10 mmHg
- 20 mmHg
- 30 mmHg
- 40 mmHg
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Conceito-chave
O valor absoluto da pressão de um compartimento não basta para indicar a fasciotomia: o que importa é se o sangue ainda consegue perfundir os músculos. Isso depende da pressão arterial do paciente.
O raciocínio: a perfusão depende da diferença entre a pressão que empurra o sangue (a pressão arterial) e a pressão que aperta os vasos (a do compartimento). Num paciente hipotenso, essa diferença já é pequena: uma pressão de compartimento menor basta para parar a perfusão.
Os limiares:
paciente normotenso: valores absolutos de 30 a 45 mmHg eram usados como gatilho;
paciente hipotenso: o gatilho é mais baixo; a banca considerou 20 mmHg;
o mais confiável: o delta P (pressão diastólica menos a do compartimento) menor que 30 mmHg, que já incorpora a pressão de cada paciente.
No antebraço: o compartimento flexor profundo é o mais acometido. A fasciotomia volar libera também o túnel do carpo.
Na prova: no paciente com baixa pressão arterial, a fasciotomia do antebraço é indicada com pressão intracompartimental acima de 20 mmHg.
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