Na fratura do anel pélvico, é achado radiográfico sugestivo de cisalhamento vertical a
- fratura isolada dos ramos.
- fratura do córtex sacral anterior.
- diástase da sínfise púbica de 2,5 cm.
- fratura do processo transverso de L5.
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Conceito-chave
A avulsão do processo transverso de L5, alternativa D, é um sinal clássico de alerta para lesão do anel com possível instabilidade vertical. O ligamento iliolombar liga esse processo à crista ilíaca; a tração transmitida pela hemipelve pode arrancar o fragmento.
No cisalhamento vertical, o vetor predominante empurra a hemipelve para cima. A comparação das cristas e das alturas do anel mostra esse deslocamento, e a outlet ajuda a estudá-lo. A fratura de L5 é uma pista indireta da força transmitida ao complexo lombopélvico (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Cisalhamento vertical e mecanismo combinado”).
Pista não é prova. O capítulo relata uma série em que só 19% das lesões verticalmente instáveis tinham essa avulsão e registra que ela também pode acompanhar outros padrões. Portanto, sua ausência não afasta instabilidade e sua presença não a confirma sozinha. A TC deve definir a lesão posterior e a relação entre os componentes.
As outras opções descrevem partes da lesão anterior ou padrões rotacionais: ramos isolados não determinam a integridade posterior; impacção anterior da asa sacral aponta para compressão lateral; abertura da sínfise relaciona-se ao livro aberto.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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